Nem toda infestação em madeira é do mesmo tipo de praga. O tratamento certo depende de identificar se o problema é cupim de madeira seca, cupim subterrâneo ou broca, já que cada um ataca de um jeito diferente. Como o processo de combate é muito parecido nos três casos — identificação do ponto de ataque, injeção de produto nas galerias e prevenção com verniz —, reunimos as orientações aqui.
Vive dentro da própria madeira, sem contato com o solo. Comum em móveis, portas, batentes e estruturas de telhado. Deixa pequenos furos e serragem fina como sinal.
Em prédios e residências, forma ninhos em vãos estruturais como caixões perdidos, e circula entre os espaços usando trincas, colunas hidráulicas e elétricas.
Besouro cuja larva perfura a madeira por dentro. Ataca de forma isolada, não em colônia como o cupim, e costuma ser maior. Pó de serragem fina e orifícios redondos na superfície são os sinais típicos. Saiba mais sobre broca →
Tubo de terra construído pelo cupim de solo para subir da terra até a estrutura de madeira.
Ninho de cupim de solo exposto após remoção do revestimento, com os operários visíveis.
Inspecionamos móveis, estruturas de madeira, rodapés e forros para identificar se é cupim de madeira seca, cupim de solo ou broca, e o alcance da infestação.
Para cupim de madeira seca e broca, o produto é injetado diretamente nos orifícios e galerias internas abertas pela praga.
Para cupim subterrâneo, aplicamos barreira química ao redor da construção, cortando o acesso da colônia à edificação.
Indicamos verniz cupinicida em madeiras expostas e retornamos para conferir a eficácia do tratamento.
Só os alados, a forma reprodutiva da colônia, em revoadas geralmente no início da estação chuvosa. Os cupins operários e soldados, que fazem a maior parte do estrago, não voam.
O cupim vive em colônia e ataca de forma coletiva, deixando galerias internas e, às vezes, tubos de terra visíveis. A broca é um besouro que ataca de forma isolada na fase larval, deixando orifícios redondos e pó fino na saída.
Pelo solo, através de tubos de terra construídos até a madeira da construção, por móveis ou madeira já infestada trazida de fora, ou por revoadas que encontram frestas e madeira exposta.
Sim, a atividade e as revoadas costumam aumentar em períodos mais quentes e úmidos, quando as condições favorecem a reprodução e a expansão das colônias.
Não. O valor varia de acordo com o tipo de cupim identificado, a extensão da infestação e o tamanho da área ou estrutura a ser tratada. Por isso fazemos uma vistoria antes de fechar o orçamento.